sábado, 28 de março de 2009

LEI DA GRAVIDADE


Este personagem é palmeirense da gema, nascido no dia 23 de agosto de 1918. Era filho de Francisco Pinto Pimentel e de dona Adelina Pimentel, cuja prole era composta de 23 filhos. Seu pai, Chico Pinto, como era mais conhecido, foi o maior curandeiro de Palmeira dos Índios, numa época em que não se tinha médico. A sua sabedoria e o conhecimento das ervas medicinais salvaram muita gente. Foi o responsável pela direção do Hospital de São Vicente de Paula, localizado ao lado da Igreja Matriz (Antiga Rua Levanta a Sai e atual Rua Dom Bosco), com quatro leitos apenas.

Minervo por ser filho do "médico" da cidade, gozava de prestígio, tanto na Escola, quanto entre seus amigos. Saia sempre com seu pai à procura de ervas espalhadas pelas matas que circulavam a cidade. Quando não estava ajudando seu pai ou brincando com a sua turma, o nosso personagem estava estudando na Escola da Professora Sinhazinha.

Quando adentrou na adolescência conseguiu uma vaga estafeta na Empresa dos Correios e Telégrafos. O pouco que ganhava entregava a sua mãe para ajuda-la nas despesas da casa. Era comum vê-lo correndo pelas ruas esburacadas e lamacentas da cidade, assobiando ou cantarolando para levar os telegramas. Quando o telegrama era para a zona rural, lá ia ele montado em um animal, debaixo de sol ou chuva, cumprir a sua tarefa.

Com apenas 12 anos de idade, foi trabalhar na padaria do seu irmão instalada no Recife/PE. No início da década de quarenta, retornou a Palmeira dos Índios onde conheceu a pernambucana Maria de Lourdes Galindo, funcionária da Casa Marília, de propriedade de Aristeu Teixeira Cavalcanti, com quem namorou e se casou em 1943. Desta união nasceram cinco filhos: Francisco, Aparecida, Fernando, Flávio e Adelina.

Em 1969, Minervo se candidatar a prefeito, tendo como vice o tabelião Luiz Fernando de Barros, sagrando-se vitorioso desta vez, cujo mandato foi de 1970 a 1973. Demonstrou ser um grande líder político. Em sua campanha adotou o slogan "Com Deus e o Povo". Nessa vitória ele foi ovacionado pela população e carregado nos ombros dos palmeirenses. Soube como ninguém derrotar as oligarquias políticas do município.

Aconteceu um fato em sua administração, que foi notícia mundial. A Casal, empresa estatal que cuidava o serviço de abastecimento de água potável, decidiu ampliar o sistema em Palmeira dos Índios, que já estava arcaico e parte da tubulação era de cano de barro e não estava mais agüentando a pressão da água. Mas, para melhor distribuição do precioso líquido, era necessária a construção de dois reservatórios. Foi aí que começou a questão: Os técnicos alegavam que era melhor construir os referidos reservatórios no alto do bairro da Boa Vista, pois, disseram, a água desceria por gravidade, segundo a "Lei" instituída por Isaac Newton, e os custos seriam menores.

Minervo gritou: "Esperem um instante. O prefeito desta cidade é eu e não admito que seja aplicada outra "Lei" em Palmeira dos Índios, que não seja a aprovada pelos meus vereadores e sancionada por mim". Resultado, os reservatórios foram construídos na parte baixa, mais precisamente na Rua Manoel Gomes, antiga Rua da Pitombeira.
Minervo Fernandes Pimentel faleceu no dia 10 de dezembro de 1977 em Palmeira dos Índios e seus restos mortais estão sepultados no Cemitério São Gonçalo.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

O HOMEM QUE DEU A LUZ A UMA CRIANÇA



É interessante um homem dar luz? Esse foi outro fenômeno que evidenciou o nome da Princesa do Sertão a nível nacional. Comentava-se em sussurros por toda a cidade, em 1966, de que um valente vaqueiro, havia gerado e dado à luz a uma criança. Essa novidade genética colocou a população em polvorosa. Como é que um homem pode parir? Essa era a dúvida de todos. Quando este fenômeno chegou aos jornais, Palmeira dos Índios se tornou objeto de chacota e de piadas escabrosas. Vamos ao fato.

Tudo aconteceu no povoado Lajes do Caldeirão. Existia nessa região um casal de agricultores, progenitores de uma família de sete filhos. Segundo matéria jornalística escrita pelo correspondente José Delfim da Mota Branco, todas as filhas do casal, acabavam se prostituindo. Levado por este frustração, ao nascer a menina Joana José, seu pai decidiu cria-la como homem e inverteram o nome da menina para José (Zé) Joana. Quando criança as suas brincadeiras eram as de menino. Quando jovem seu comportamento era igual aos dos rapazes. Quando adulta, comportava-se como homem. Mas, um pequeno e fundamental detalhe, fez desmoronar o segredo da família.

Como se justifica que um homem, um macho que se preze, tenha que se acocorar para urinar. Como ela morava numa propriedade rural, somente a flora e alguns animais sabiam do seu segredo. Filó, grande amigo de Zé Joana, ao visita-lo, disseram que ele estava na roça. Chegando, sorrateiramente, viu ele de agachando e por entre as pernas, escorria urina. Quando ele se levantou para fechar a calça, Filó viu o que ninguém tinha visto até aquele dia fatídico.

"Ou transa comigo, ou contarei a verdade para todo mundo". Esta foi à frase que Joana José nunca esperou ouvir. Seu grande segredo corria o risco de se tornar público. Para preservar seu segredo, concordou em transar com Filó e ali mesmo, no meio do mato, a jovem Joana José perdeu a virgindade. Como se encontravam todos os dias para transar, o inevitável aconteceu: Joana ficou grávida.

Nos primeiros meses ele conseguiu esconder a gravidez, mas depois do sétimo, comunicou a seus pais e não mais saiu de casa. Num belo dia, seus vizinhos ouviram um choro de criança. Todos ficaram incrédulos com Zé Joana e mais ainda, em ter ele conseguido dar a luz.

O fato ganhou o mundo. Os jornalistas José Delfim da Mota Branco, do Jornal de Alagoas e Ivan Bezerra de Barros, da Gazeta de Alagoas, procuram apurar a verdade. Dirige-se ao povoado acompanhado do obstetra Wilson Vieira Costa, um médico muito conceituado da cidade, para uma explicação lógica do fato.

Ao examinar a parturiente, a verdade finalmente veio à tona e ficou sendo conhecida por todos. Tratava-se de uma pessoa do sexo feminino, que nada tinha de anormal, a não ser o fato de possuir um clitóris crescido. Mas, infelizmente as notícias divulgadas pelos jornais do Brasil todo, foram desvirtuadas em busca de sensacionalismo e Palmeira dos Índios passou a ser motivo de piadas escabrosas.
Na época, o palmeirense poeta de cordel Efigênio Moura, compôs uma música para o carnaval, intitulado "Joana José", com arranjo do maestro Edinho Aguiar. No reinado do mono do ano seguinte, ela foi a mais tocada na maratona e nos salões de festa: "Joana José, me diga como é que é, de dia você é homem e de noite é mulher.

Palmeira dos Indios - Alagoas - Brasil

Diocese de Palmeira dos Índios



A Diocese de Palmeira dos Índios (Dioecesis Palmiriensis Indorum) é uma circunscrição eclesiástica da Igreja Católica no Brasil, pertencente à Província Eclesiástica de Maceió e ao Conselho Episcopal Regional Nordeste II da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, sendo sufragânea da Arquidiocese de Maceió. A sé episcopal está na Catedral Nossa Senhora do Amparo, na cidade de Palmeira dos Índios, no estado de Alagoas.

A Diocese de Palmeira dos Índios foi erigida a 10 de fevereiro de 1962, pelo Papa João XXIII, desmembrada da Arquidiocese de Maceió e da Diocese de Penedo.

Em 2004, a diocese contava com uma população aproximada de 559.673 habitantes, com 84% de católicos. O território da diocese é de 11.027 km2, organizado em 27 paróquias.

Biblioteca Municipal de Palmeira dos Indios

Grande Médicos de Palmeira dos Indios

Grandes educadoras de Palmeira dos Indios.

Bispos da Igreja de Palmeira dos Indios

Açude do Goiti - By Marcos Parreco



O lago artificial do Açude do Goiti, construído em 1892, pelo então interventor do Estado de Alagoas, general Gabino Besouro, tem dado, ao longo dos anos, histórias interessantes aos palmeirenses. Vamos relatar uma delas, que apesar de trágica, não deixa de ter o seu romantismo.

Na administração que compreendeu o período de 1983 a 1988, o então prefeito José Helenildo Ribeiro Monteiro, resolveu efetuar uma grande limpeza nesse açude. Com a ajuda do então deputado federal Albérico Cordeiro da Silva, ele conseguiu verbas no orçamento da União para dragar o lago.

Foram seis longos meses que deixou a cidade bastante suja, pois as caçambas ao transportar a lama, saia derramando-a pelas artérias públicas. O paredão foi reforçado, foi construída uma saída de emergência e o sangradouro ampliado. Foram necessários outros dois meses para voltar a enche-lo com as águas do Riacho Cafurna.

Foi construída uma pista de cooper em toda a volta do açude, o bar Gota D'Água e a reconstrução da Praça Presidente Kennedy.

Depois das inaugurações das obras, o açude foi liberado para o banho. Como a população não estava acostumada a tomar banho num açude tão profundo (dez metros), começaram a acontecer às tragédias. Quase toda semana morria alguém. Estes ocorrências chamaram a atenção da imprensa. O jornal Gazeta de Alagoas mandou uma equipe de repórter para documentar o fato.

Na época o escritor e historiado Luiz B. Torres foi procurado da dar uma resposta lógica ao fenômeno que assim se expressou: "É que no momento em que o palmeirense está tomando banho, ele escuta o canto da sereia xucurú/karirí e como diz a lenda, ele tenta encontrar esta mulher/peixe, mas seu organismo não resiste a pressão da água e se afoga.

Vista do açude do Bar Gota d’ Água- By Marcos Parreco

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

I. Origem:

Comumente os autores explicam este nome a partir dos termos do latim tardio “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”; esta derivação indicaria que no Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal. - Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, suspender ou retirar a carne: o Papa São Gregório Magno teria dado ao último domingo antes da Quaresma, ou seja, ao domingo da Qüinquagésima, o título de “dominica ad carnes levandas”; a expressão haveria sido sucessivamente, carneval ou carnaval”. - Um terceiro grupo de etimologistas apela para as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos costumava-se exibir um préstito em forma de nave dedicada ao deus Dionísio ou Baco, préstito ao qual em latim se dava o nome de currus navalis: donde a forma Carnavale.

Como se vê, não é muito clara a procedência do nome.

Quanto à realidade por este designada deve-se dizer o seguinte:

As mais antigas notícias de pompas semelhantes às que hoje chamamos “Carnaval” datam, como se crê, do séc. VI antes de Cristo, na Grécia: as pinturas de certos vasos gregos apresentam figuras mascaradas a desfilar em procissão ao som de música as pompas do culto do deus Dionísio, com suas fantasias e alegorias, são certamente anteriores à era cristã. Entre os gregos, análogas festividades eram ocasionadas pela entrada de novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera e a conseqüente despedida do inverno. Elementos da religiosidade pagã e da mitologia costumavam inspirar essas celebrações; em geral os povos não-cristãos intencionavam, com seus ritos exuberantes, expiar as faltas cometidas no inverno ou no ano anterior e pedir aos seres superiores a fecundidade da terra e a prosperidade para a primavera e o novo ano. Disto dão testemunho os costumes vigentes ocasião de tais solenidades: para exprimir a expiação e o cancelamento das culpas passadas, por exemplo, encenava-se a morte de um fantoche ou boneco que, depois de “haver feito seu testamento” e após uma paródia de transporte fúnebre, era queimado ou lançado à água ou de qualquer modo destruído (rito celebrado geralmente no dia 1º de janeiro) Em algumas regiões procedia-se à confissão pública dos vícios: matava-se um peru, o qual, antes de morrer, proclamava pela boca de um dos cidadãos os malefícios da gente do país. A denúncia das culpas tomava não raro um caráter pilhérico e teatral: era, por exemplo, o cômico Arlequim que, antes de ser entregue à morte confessava os seus pecados e os alheios. Apesar das intenções sérias que inspiraram inicialmente tais manifestações públicas, compreende-se que elas tenham mais e mais dado lugar à licenciosidade e a deploráveis abusos, fomentados elo uso de máscaras, trajes alegóricos, pela exibição de préstitos, peças de teatro, etc. Em tese, as danças e o tripudiar característico dessas festas deviam servir de exortação ao povo para que cheio de alegria iniciasse a nova estação do ano. As religiões ditas “de mistérios” provenientes do Oriente e muito difusas no Império Romano, concorreram não pouco, pelo fato de seguirem rituais exuberantes, para o incremento das festividades carnavalescas. Estas, em conseqüência, tomaram o nome de “pompas bacanais” ou “saturnais” ou “lupercais”. As demonstrações de alegria porém, tornando-se subversivas da ordem pública, o Senado Romano, no séc. II a.C. resolveu combater os bacanais; os adeptos destes passaram a ser acusado de graves ofensas contra a moralidade e contra o Estado.

Dado o motivo de tais festividades populares, entende-se que a data de sua celebração tenha sido vária: podia ser o dia 25 de dezembro (dia em que os pagãos celebravam Mitra ou o Sol Invicto) ou o dia 1º de janeiro (começo do novo ano), ou 6 ou 17 de janeiro ou 2 de fevereiro (datas religiosas pagãs) ou algum termo pouco posterior.

II. Atitude da Igreja: quando o Cristianismo se difundiu, já encontrou tais orgias no uso dos povos. Por princípio, o Evangelho não é contrário às demonstrações de júbilo, contanto que não degenerem em celebrações libertinas e pecaminosas. Por isto, os missionários não se opuseram formalmente à realização do Carnaval, mas procuraram dar-lhe caráter novo, depurando-o de práticas que tinham sabor nitidamente supersticioso ou mitológico e enquadrando-o dentro da ideologia cristã; assim, como motivo de alegria pública, os pastores de almas indicavam por vezes algum mistério ou alguma solenidade do Cristianismo (o Natal, por exemplo, ou a Epifania do Senhor ou a Purificação de Maria, dita “festa da Candelária”, em vez dos mitos pagãos celebrados a 25 de dezembro 6 de janeiro u 2 de fevereiro). Por fim, as autoridades eclesiásticas conseguiram restringir a celebração oficial do Carnaval aos três dias que precedem a quarta-feira de cinzas (em nossos tempos alguns párocos bem intencionados promovem, dentro das normas cristãs, folguedos públicos nesse tríduo, a fim de evitar sejam os fiéis seduzidos por divertimento pouco dignos).

Como se vê, a Igreja não instituiu o Carnaval; teve, porém, de o reconhecer como fenômeno vigente no mundo em que ela se implantou. Sendo em si suscetível de interpretação cristã, ela o procurou subordinar aos princípios do Evangelho; era inevitável, porém, que os povos não sempre observassem o limite entre o que o Carnaval pode ter de cristão e o que tem de pagão. Está claro que são contrários às intenções da Igreja os desmandos assim verificados Em reparação dos mesmos, foram instituídas a adoração das Quarenta Horas e as práticas de Retiros Espirituais nos dias anteriores à quarta-feira de cinzas.

D. Estevão Bettencourt, osb.

Revista PR, Nº 5, Ano 1958, Página 213.

Jaraguá Folia 2009

Zona Postal no Jaraguá Folia 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Museu Regional, Delmiro Gouveia, AL


Delmiro Gouveia, o pioneiro do início do século XX, criou a primeira usina hidrelétrica do Brasil, Angiquinho, em 1913, e uma indústria têxtil, a Companhia Agro Fabril, ou Fábrica da Pedra, que foi reaberta em 1992 e hoje emprega 620 funcionários. O Museu Regional de Delmiro Gouveia guarda os registros e histórias deste visionário empreendedor e do Povoado da Pedra, que mais tarde receberia seu nome.

Um acervo com fotos, documentos e máquinas como um antigo projetor de cinema e locomotivas marias-fumaça, que levavam cargas da produção industrial da Pedra até a cidade de Piranhas, nas margens do Rio São Francisco. O Museu funciona na antiga estação ferroviária da Great Western e é mantido pela Fundação Delmiro Gouveia e pela Prefeitura Municipal.

Em outubro de 1917, Gouveia foi assassinado com três tiros a queima-roupa, e com ele o sonho de industrializar o sertão do nordeste. Apesar do crime não ter sido totalmente solucionado, as suspeitas recaíram sobre os ingleses da Machine Cottons, donos do monopólio industrial têxtil e que não gostaram nada deste cearense empreendedor mexendo no negócio deles. O atirador foi preso e condenado a 30 anos de prisão, era um antigo funcionário da Companhia Agro Fabril, que viria a ser comprada pelos ingleses em 1929.

onde fica
Museu Regional: Avenida Caxangá, antiga Rua da Lagoa, em frente a Fábrica da Pedra, na Saída de Delmiro Gouveia.

Fundação Delmiro Gouveia: Praça Vicente de Menezes, 59, Centro.

Delmiro Gouveia está localizada no Sertão Alagoano, fronteiras com Sergipe, Bahia e Pernambuco. Distante 291 km da capital Maceió pela rodovia AL 220.

por que ir
Para conhecer o acervo do Museu Regional e a história do empreendedor do sertão.
quando ir
Segunda a sábado:
8:00 - 12:00
14:20 - 17:00

Domingos:
8:00 - 16:00

quanto custa
Aberto ao público.
contato
Museu Regional: (82) 3641-4045

Fundação Delmiro Gouveia: (82) 3641-4000/3641-5416
Fundeg@ig.com.br
fundacaodelmirogouveia@hotmail.com

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Ensaios dos Blocos do Recife e Olinda



A agenda dos acertos de marcha (ensaios) dos blocos líricos do Recife e Olinda já está disponível para o mês de janeiro. Que felicidade que o carnaval só começa no dia 21 de fevereiro! Isso significa que teremos muitas prévias até lá.
Para acertar o passo, aí vai o roteiro disponibilizado por alguns blocos:
- Bloco da Saudade: no Náutico, todas as sextas, de 02 a 30/01, às 22h
- Apôis Fum: na sede da Boa Vista (Rua Padre João Ribeiro, 49), todas as sextas, de 02 a 30/01, às 19h
- Bloco das Flores: na Rua do Bom Jesus, Recife Antigo, todas as sextas, de 02 a 30/01, às 19h
- Batutas de São José: na sede de Afogados (Rua Cabedelo, 60), todos os domingos, de 04 a 25/01, às 16h
- Madeira do Rosarinho: na sede do Rosarinho (Rua Salvador de Sá, 64), todas as segundas, de 05 a 26/01, às 26h
- Cordas e Retalhos: no Espaço Cultural Mamulengo, na Praça do Arsenal, Recife Antigo, todos os sábados, de 10 a 31/01, às 18h
- Bloco das Ilusões: no Forte das Cinco Pontas, todas as sextas, de 16 a 30/01, às 19h
- Um Bloco em Poesia: no Círculo Militar (Av. Agamenon Magalhães), todos os domingos, de 11 a 25/01, às 16h
- Eu Quero Mais: no Pátio de São Pedro, todas as quintas, de 08 a 29/01, às 19h

Fiquem espertos porque o Nem Sempre Lily Toca Flauta sempre ensaia no Mercado da Boa Vista (aos sábados) e o Flor da Lira de Olinda, no Mercado da Ribeira (às sextas), mas as datas ainda não foram informadas. Evoé!

tags: Recife PE cultura-e-sociedade carnaval-2009 blocos-liricos frevo frevo-de-bloco olinda recife

onde fica
No Recife e em Olinda (Ver informações acima)
quando ir
02/1/2009 a 31/1/2009
quanto custa
Algumas agremiações cobram entrada (geralmente em torno de R$ 10,00). Em outras, a entrada é 0800.
website
www.recife.pe.gov.br

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Família: um esposo, uma esposa, os filhos. Só isto!



Caro Internauta, pense no samba do crioulo doido! Durante esta semana está ocorrendo no México o Encontro Mundial das Famílias. É um encontro que a Igreja católica promove já há vários anos. Trata-se de uma bela ocasião para pensar, debater, rezar e contemplar o projeto de Deus para a família.

Note que numa ocasião como esta, a Igreja procura aprofundar cada vez mais sua consciência sobre o que Deus pensa e deseja da família, sobretudo nestes tempos de tantos ataques a esta instituição tão humana e tão divina.

Pois bem, várias organizações protestaram porque a Igreja não incluiu na pauta do encontro discussões sobre as famílias alternativas, como por exemplos, as duplas gays!

Esse pessoal é maluco; não tem senso do limite! É como o rabino italiano que nesta semana criticou o Papa porque este afirmou que Cristo é a plenitude de toda religião! O que esse rabino maluco deseja? Que o Papa se torne judeu? Que o Vigário de Cristo ensine que tanto faz ser cristão como não sê-lo? O mesmo para essas organizações mexicanas: desejam que a Igreja diga que família é qualquer doidice que o mundo de hoje invente? Que uma dupla gay vivendo maritalmente está no plano de Deus? Note que aqui há um desejo do homem de colocar-se no lugar do Senhor e impor os valores mundanos - dum mundo pervertido - sobre a vontade do Senhor. É, realmente, inacreditável!

Pe. Henrique Soares

http://www.scribd.com/doc/7857091/A-CABANA-William-P-Young


Acabei de ler A Cabana.
Sabe quando todas as pessoas lhe indicam um livro e você cria expectativas tão grandes em cima dele que se decepciona? Não foi assim com este. Certamente o livro é tão bom quanto dizem.
Durante a narrativa, Mack afirma conhecer Deus de maneira mais ampla, enquanto sua esposa conhecia a Deus de maneira mais profunda. Ela chama Deus de “Papai”. Achei isso muito interessante
A segunda coisa que me tocou foi a empatia enorme que o livro me causou em relação a tragédia que acontece com Missy. Não é novidade, ao ler a sinopse do livro sabemos que ele se desenvolve em torno da tragédia de um pai que perde sua filha de modo brutal, mas mesmo tendo essa informação em mente, fiquei absolutamente tocado com o desenrolar dos acontecimentos que levam ao assassinato da pequena Missy. Coloquei-me no lugar de Mack, senti todas as suas agonias, imaginei cada cena, senti a dor do personagem… senti minhas complicações e dificuldades diminuírem de tamanho diante da leitura destas páginas, pois nada que vivo como dificuldade existencial pode se comparar com a dor de perder uma filha do modo como Mack perde Missy.
Pra mim o livro foi um convite a humildade, apresentando Deus como nunca antes. Sei que posso confiar no amor de Deus, mas a verdade é que Ele é muito maior que a nossa mente possa alcançar, e talvez seja completamente diferente do que as nossas concepções religiosas.
Também não concordei com todas as idéias no livro, mas devemos entender que é uma obra de ficção, o autor não teve a intenção de dizer que tudo o que afirma sobre Deus é verdade, apenas deixar muitas idéias no ar.
Fora que algumas cenas retratadas no livro são belíssimas, mal vejo a hora de ver uma bem provável versão cinematográfica. Recomendo.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Cristo de Pão de Açúcar, Pão de Açúcar, AL



Cristo? Pão de Açúcar? Parece uma dica de pontos turísticos bem conhecidos do Rio de Janeiro, mas não é. A cidade maravilhosa em questão é Pão de Açúcar, no médio sertão alagoano, às margens do São Francisco.

Mas as coincidências não param por aí. Do outro lado do rio, encontra-se a cidade sergipana de Niterói! É a paisagem carioca do sertão do Velho Chico, definitivamente, o rio da integração nacional.

O mirante do Cristo pode ser visto de toda a cidade, em um morro próximo das margens, é possível chegar de carro até o “pé” do monumento, onde tem uma espécie de praça e um restaurante.

Depois de uma boa caminhada em declive, a vista lá do alto é impressionante, grandes serras ao longe de um lado, Pão de Açucar e sua praia logo abaixo, e Niterói lá, do outro lado do rio, como diria Drexler.

Uma paisagem que merece a visita.

Depois do calor da caminhada, a melhor dica é um bom mergulho na praia bem ao lado do morro do Cristo.

Na orla da cidade é possível encontrar vários bares e restaurantes. Nos fins de semana, as praias ficam bem movimentadas com o fluxo de banhistas de outros municípios da região.

onde fica
Pão de Açúcar está a cerca de 240 km de Maceió pelas rodovias BR 101 e AL 130.
por que ir
Paisagem e praia, além da curiosidade carioca destas cidades ribeirinhas.
quando ir
De janeiro a janeiro.
quanto custa
Não custa nada.
contato
Com a natureza.